A Ameaça do Barão Macaco traz emoção aos quadrinhos nacionais

A Ameaça do Barão Macaco traz emoção aos quadrinhos nacionais

Apesar de adorar HQs, estou começando a apreciar o trabalho brasileiro só agora, começando muito bem com “A Ameaça do Barão Macaco”, uma graphic novel de Hector Lima, Milton Sobreiro e Felipe Sobreiro, que só conseguiram colocar esse projeto pra funcionar graças à campanha de financiamento coletivo no Kickante e publicada em parceria do selo Fictícia com a editora Zarabatana Books. Detalhe a parte são as ilustrações, perfeitas.

Na realidade foda da vida loka do crime compensa, não existe ao certo um herói ou vilão, depende do seu ponto de vista. A obra começa mandando a letra com base na época onde existiam escravos, fazendo um paralelo bem marcante com a vida de hoje em dia, onde os menos favorecidos são obrigados a viverem à margem da sociedade.

“O Senhor fez seu capitão do mato mais cruel, um escravo emancipado, chicotear e queimar o homem amarrado a um tronco até ele admitir que estava arrependido…”

A Ameaça do Barão Macaco

A Ameaça do Barão Macaco

Em uma metrópole com duas facções criminosas rivais, onde os seus líderes, Massa e Zen, também conhecidos como os traficantes mais violentos da região. O clima é bem pesado, cheio de drogas e assassinatos, surge esse novo herói, que chega para limpar a sujeira, mesmo que isso leve a mais mortes. Em cobertura do Zen onde haveria uma festa do tráfico, todos são mortos pelo Macuco, este é seu primeiro grande feito, que deixa todo mundo em alerta.

“Então para fazer Justiça e fortalecer seus espíritos, o Barão Macaco deve levar medo e incerteza aos Senhores balançando-se novamente pela selva noite adentro”

Depois da confusão é que conhecemos a Renata, uma jornalista que vai atrás da história do Barão Macaco, ela tem inúmeros desafios para realizar esse trampo, começando com o seu próprio chefe, que tenta impedi-la.

A forma como o Barão Macaco age é bem curiosa, ele lança um tipo de gás que põe todo mundo para dormir, assim ele só precisa matar os seus alvos, sem ter que machucar inocentes.

Esta guerra entre as quadrilhas aumenta depois destes acontecimentos, levando esse nosso suspense policial a um ponto que prende o leitor do começo ao fim.

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Hector Lima, Milton Sobreiro e Felipe Sobreiro fizeram um trabalho incrível na HQ "A Ameaça do Barão Macaco", esta graphic novel foi produzida graças à campanha de financiamento coletivo no Kickante e publicada em parceria do selo Fictícia com a editora Zarabatana Books.

Ameaça do Barão Macaco

alan.blog.br

Na metrópole a vida loka do crime compensa – e muito –, como sabem Massa e Zen, os traficantes mais violentos da região.

Mas algumas operações começam a dar errado: dinheiro some e pessoas-chave aparecem mortas. A estrutura fica abalada e a desconfiança se instala. Uma facção ataca a outra e delegados, como Fonseca, estão sempre um passo atrás.

Correm boatos sobre uma figura misteriosa com cara de macaco nos locais dos crimes. Será verdade ou lenda? É o que a jornalista Renata quer investigar, sem saber que está se metendo em um fogo cruzado.

Noir tropical

BARÃO MACACO é um gibi de “noir tropical”, com mistério e ação, que atualiza conceitos de anti-heróis pulp clássicos como O Sombra, Fantasma, Aranha, Besouro Verde, Batman e - em terras nacionais - o Garra Cinzenta. Neste cenário, a trama levanta algumas questões: seria o Barão Macaco um herói ou vilão? Qual o preço para uma pessoa se corromper? E, mais importante: quem é o patrão? A AMEAÇA DO BARÃO MACACO É um gibi em forma de livro, uma graphic novel com história fechada.

Os Autores

ISBN: 8560090738

Hector Lima: Autor de Zumbingo, o Major, colaborou nas coletâneas nacionais Front e Manticore, e na britânica Commercial Suicide, e organizou a coletânea de brasileiros Inkshot, pelo do selo americano Monkeybrain Comics entre outros.

Milton Sobreiro: Começou a trabalhar com HQs aos 70 anos, depois de uma carreira como ilustrador, pintor e diretor de arte em agências de publicidade. Teve histórias publicadas nas coletâneas norte-americanas Heavy Metal, colecionadas em Divergent Dimensions, Cthulhu Tales, Zombie Tales (Boom Studios), Popgun Vol. 1 (Image Comics) e Inkshot (MonkeyBrain Comics). Desenhou também Bestiarium Nocturna e La Santa (Ruptura Comics) e colaborou em Smoke / Ashes (Dark Horse Comics).

Felipe Sobreiro: Filho de Milton Sobreiro, desenhou The New Adventures Of Sigmund Freud (de Juan Arteaga) e outras histórias curtas como Cartilha Da Bala, para a coletânea Inkshot (MonkeyBrain Comics.Atua como colorista em HQs publicadas nos Estados Unidos, como na saga Luther Strode (Image Comics), a minissérie Polarity (Boom Studios), a revista mensal Spread (Image Comics), e produziu capas para títulos da Marvel e da DC Comics.

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