Filosofia
1 ano atrás

Um ótimo livro: Que Emocao! Que Emocao?, de Georges Didi-huberman

Um ótimo livro: Que Emocao! Que Emocao?, de Georges Didi-huberman

Um ótimo livro para quem quer pensar, refletir e aprender, comprei o livro “Que Emocao! Que Emocao?”, de Georges Didi-huberman, e adorei.

Com uma linguagem clara e muito dinâmica, o livro passa a informação de forma concisa e atraente, daqueles que da vontade de ler um pouco mais sempre.

Sinopse

Este pequeno livro é a transcrição da conferência, e da discussão que se seguiu, ocorrida em Montreuil, no quadro do ciclo de conferências breves, Luzes para Crianças, organizado por Gilberte Tsaï. Com a surpresa e a interrogação que se formulam no título deste ensaio, numa linguagem direta e acessível, dirigida a um público mais jovem, o autor procura abordar a constelação dos fenômenos e questionamentos que constituem os motivos críticos do seu ‘campo de batalha’ e de pensamento sobre as imagens. As emoções são aqui consideradas como singularidades primitivas da expressão, como afetações dos corpos, como intensidades subjacentes à dinâmica das formas – tal como o lamento ou o desejo – segundo uma história das emoções figuradas que se transforma em movimentos de pensamento e de ação. Tendo, como pontos de apoio, a fotografia do choro de uma criança, a imagem de um ataque de histeria, o lamento de Maria Madalena, um desenho da Deposição de Cristo, alguns fotogramas dos filmes, ‘A Raiva’, de Pasolini, e ‘O encouraçado Potemkin’, de Einsenstein, bem como muitas outras imagens, procura-se mostrar como a condição arcaica e expressiva das emoções – o pathos -, através da sua historicidade visual e estética, incita e intensifica a urgência coletiva das acções políticas.

Georges Didi-Huberman

Georges Didi-Huberman, nascido em Saint-Étienne em 1953, é filósofo, historiador, crítico de arte e professor da École de Hautes Études em Sciences Sociales, em Paris. Publicou, entre outros títulos, La Peinture incarnée, suivi de Le chef-d’oeuvre inconnu par Honoré de Balzac (Paris: Minuit, 1985), Devant l’image. Question posée aux fins d’une histoire de l’art (Paris: Minuit, 1990), Ce que nous voyons, ce qui nous regarde (Paris: Minuit, 1992) traduzido para o português O que vemos, o que nos olha (São Paulo: Editora 34, 1998; Porto: Dafne, 2011), La Ressemblance de l’informe, ou le gai savoir visuel selon Georges Bataille (Paris: Macula, 1995), Devant le temps. Histoire de l’art et anachronisme des images (Paris: Minuit, 2000) e L’image survivante. Histoire de l’art et temps des fantômes selon Aby Warburg (Paris: Minuit, 2002).

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